Votação da PL 122 causa tumulto no senado federal

Ocorreu nesta quinta feira((08) a votação do projeto da PL 122,lei que criminaliza a homofobia.

Senadores da bancada evangélica e senadores  que se colocaram contra o aprovação do projeto entraram  em conflito  com a relatora do projeto Marta Suplicy.

O senador Magno Malta que compÔs a bancada evangélica se mostrou totalmente contra a votação do projeto,segundo o senador, a PL proíbe o direito de manifestação de opinião das pessoas sobre homossexualidade.

Magno Malta atacou diretamente a senadora alegando que a mesma mentiu ao dizer que a CNBB(conferÊncia nacional de bispos do Brsil não apoio o projeto) apoiava o projeto e declarou que A PL122 nunca será aceita por ele.

‘Existe assassinos prronto para matar homossexuais,mas a sociedade não é homofóbica’  diz Magno Malta

Em nota a CNBB declarou o desapoio ao projeto ,porém não descartava um acordo, levando em consideração as ressalvas feitas pela senadora no novo projeto a   CDH(conferÊncia dos direitos humanos) que sofreu alterações para agradar a bancada evangélica.

A senadora Marinor Brito do PT defendeu fervorosamente o projeto.

A senadora diz que o estado brasileiro não garante o respeito aos homossexuais

A parlamentar afirma que não existe um acordo com quem não quer  acordo, se referindo a inflexibilidade da bancada evangélica no senado.

O  bate boca continuou até que a senadora se levantou para confrontar com líderes da bancada evangélica que a onfedia.

http://www.senado.gov.br/noticias/TV/plenarioComissoes.asp?pagina=2&IND_ACESSO=S&cod_midia=139764&cod_video=134162

assista ao vídeo

A senadora Marta Suplicy que foi a última a se pronunciar afirmou que a bancada evangélica não se deu conta do índice de violÊncia sofrida pelos homossexuais e alegou que o projeto não visa beneficiar os gays e sim dar a eles os mesmos direitos de um cidadã,ela também mencionou casos de assassinatos contra homossexuais em especial o último que ocorreu em São Paulo.A votação contou com presença de líderes religiosos e a representantes da comunidade  LGBT,entre eles o deputado federal Jean Willians

 

O projeto que se tornou alvo de muita polêmica e especulação causou desavenças entre os senadores e parlamentares  será votado somente no ano que vem.

 

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