Assassinatos à homossexuais bateu recorde em 2011

Segundo dados do grupo gay da Bahia(GGB ), o número de assassinatos de homossexuais no Brasil atingiu o ápice em 2011, chegando a 266 mortos.

Houve crescimento pelo sexto ano consecutivo e, de acordo com a entidade, 2012 deve registrar novo recorde. Isso porque, nos três primeiros meses deste ano, já houve 106 assassinatos.
De acordo com o relatório, a maior parte dos assassinatos foi contra gays (60%), seguido de travestis (37%) e lésbicas (3%).
São apontadas como causas de influência contra homossexuais a falta de políticas públicas em prol da causa gay e a intolerância que decorre muitas vezes de fatores religiosos.
No ano passado,nos deparamos com articulações feitas sobre o tema PL 122,a legislação proposta pela senadora Marta Suplicy, que ampara os homossexuais.
Várias discussões foram feitas acerca do tema.
A bancada evangélica se confrontou com os autores da medida, o que gerou uma espécie de guerra entre entidades LGBTS e os evangélicos.
Nomes como o pastor Silas Malafaia(presidente da assembléia de Deus),senador Marco Feliciano,Marcelo Crivela, Marco Maia e Jair Balsanário, que declarou seu total apoio a violência contra os homossexuais, foram atuantes fieis a causa homofóbica.
Em contrapartida defendendo o projeto-lei atuavam a senadora Marta Suplicy e Marinor brito,que substituía na época ,Jader Barbalho.
Enquanto a decisão de aprovação da lei acontece, cresce cada vez mais o número de assassinatos.
Os Estados com mais mortes foram Bahia (28), Pernambuco (25) e São Paulo (24).
Para o antropólogo Luiz Mott, há também uma “homofobia cultural, que expulsa as travestis para a margem da sociedade, onde a violência é mais endêmica” e uma “homofobia institucional, quando o governo não garante a segurança dos espaços frequentados pela comunidade LGBT”.

17 de Março de 2011

Homossexual assumido, o agente de saúde Marlon Neves Gomes, 25, foi assassinado com requintes de crueldade no último fim de semana na cidade amazonense de Anori. O corpo dele foi encontrado em uma quadra de esportes da cidade de 16 mil habitantes na tarde do último sábado, 12, degolado, com 30 facadas pelo corpo e um olho arrancado, além de indícios de violência sexual.

A intolerância é proposta pela sociedade, que por conta de fatores culturais e religiosos acabam adotando uma postura violenta gerando um grave problema social,que merece atenção e alerta.
As crianças também são alvos do preconceito,que cresce nas famílias e é assado para essa sociedade que não aprendeu ainda a respeitar seu semelhante como um cidadão.

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