Jornal acusa políticos evangélicos de tentarem se impor sobre as leis brasileiras


O editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado no último domingo (29), acusou a Frente Parlamentar Evangélica, presidida pelo deputado João Campos (PSDB/GO), de tentar aplicar um golpe contra o Poder Judiciário do país.

No editorial, o Estadão critica as bancadas religiosas da Câmara, em destaque a Frente Parlamentar Evangélica, pela rápida aprovação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara do Projeto de Emenda Constitucional que prevê a anulação de decisões do STF (Supremo Tribunal Federal). A publicação afirma que tal aprovação seria uma desforra dos políticos ligados a instituições religiosas contra o Supremo, por autorizar o aborto de fetos anencéfalos.

O editorial afirma que a proposta de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT/PI), que tem forte apoio entre os religiosos é “mudar decisões do STF coerentes com o caráter laico do Estado brasileiro”, como o reconhecimento da união estável de casais do mesmo sexo e a autorização para o aborto de anencéfalos.

O jornal afirma ainda que a bancada evangélica da Câmara dos Deputados gostaria “que todos os brasileiros fossem submetidos a normas que espelhassem as suas crenças particulares, como nos países islâmicos regidos pelas leis da sharia, baseada no Corão”.

Comparando o projeto com o ocorrido nos Estados Unidos, quando a direita religiosa se insurgiu contra a legalização do aborto pela Corte Suprema em 1973, o Estadão explicou que “a diferença é que, ali, nenhum parlamentar, por mais fundamentalista que seja, ousaria propor a enormidade de dar ao Congresso o direito de invalidar uma decisão da mais alta instância do Judiciário. Seria um escândalo nacional”.

Leia na íntegra o editorial publicado no jornal:
https://focosbrasil.wordpress.com/brasil-em-foco/
fonte:gospel+

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Um pensamento sobre “Jornal acusa políticos evangélicos de tentarem se impor sobre as leis brasileiras

  1. Não há nem pode haver qualquer corão de maomé.

    Os primeiros kalifas deram ordem para todos os textos escritos no tempo de maomé serem destruídos e queimados, sob pena de morte para quem o não fizesse.

    mesmo se hoje aparecesse maomé com um corão, como isso não faz parte da doutrina maometana, os muçulmanos tinham que o assassinar e destruir esse corão.

    Nem é só com maomé, se acreditarmos nas informações oficiais islâmicas, no islam, nem allah pode aparecer.

    Nem mais uma única letra do mesmo.

    No islam, nem allah pode ter o mínimo de espaço ou de vida.

    o islam é todo baseado em enganos e falsidades ao serviço de maldades, e tão somente isso.

    Este pastor também foi enganado, pensava que estava a queimar o corão e estava a queimar outra coisa.

    Mas também não admira que tivesse sido enganado.

    maomé disse que allah era o maior e que enganava,logo aquele allah era o maior enganador,não há muçulmano algum por mais erudito que seja que consiga desmentir esta e outras verdades sobre o enganador e maléfico islam.

    Em verdade, só fora do maldito islam, podem existir os bons mundos espirituais, quer dos religiosos quer dos ateus, garantes de verdade justiça e Vida.

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