“A raça humana para crescer precisa de um homem e uma mulher”, diz Marco Feliciano durante entrevista

pastor-deputado-marco-feliciano“Eu não disse que os africanos são todos amaldiçoados, o continente africano é grande. Não tem só negros. A Africa do sul tem brancos”.

Em entrevista à edição desta semana da Revista Veja, o deputado federal Marco Felicano, tenta justificar as denúncias de homofobia e racismo durante seu mandato.

Atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Mininorias da Câmara dos Deputados, o pator enfrenta uma série de protestos por ter escrito, em rede social palavras como “A aids é o cânacer gay” e “Os africanos são amaldioados pelo demônio”.

Com relação às acusações de racismo, Marco Felicano utiliza suposta passagem da bíblia para embasar e esclarecer a questão:
“No Gênesis, a bíblia conta Noé, quando saiu da arca, embebedou-se e ficou nu. O filho mais novo dele, Caim riu do pai e contou o que havia visto, aos dois irmão. Quando Noé soube da história, em vez de puxar a orelha dele, lançou uma maldição sobre o filho de Can, Canaã.Disse que Canaã seria escravo”.

De acordo com a publicação, o pastor afirma que nem toda a Africa é amaldiçoada, poisno continente africano existem brancos também:

“As igrejas pecaram. Fizeram vista grossa e usaram teses assim para justificar e proteger a escravidão. Eu não disse que os africanos são todos amaldiçoeados. Até porque o continente africano é grande demais. Não tem só negros. A Africa do sul tem brancos” Minha mãe é negra. Se eu fosse estudar teria direito à cotas. Olha o meu cabelo como é. É todo crespo E olha que eu dei uma esticadinha. Faço escova progressiva todo mês. Eu gosto dele liso. Minha nmãe também faz no dela”.

Atuante assumido na luta contra os direitos dos LGBTs, Marco Felicano declara ter carinho pelos homossexuais:

“O homossexual é uma pessoa. como pessoa eu respeito. Eu tenho carinho por ele. Não pratico violência contra ele. Todavia, o ato eu não sou obrigado a aceitar. Isso não faz de mim alguem que o odeia. Os militantes gays tentam me destruir pelo simples fato de eu pensar diferente deles. Num estado democrático de direito, todo mundo tem direito à liberdade de expressão.

Segundo o deputado, ele sofre discriminação por parte dos ativistas gays:

“Só o fato de eu declarar que sou contrário, não ssignifica que estou discriminado. Eu simplismente não apoio os homossexuais. A raça humana para crescer precisa de um homem e uma mulher. O que está havendo é uma discriminação por parte do outro lado. Os meus direitos estão sendo tolidos: não me deixam trabalhar, não me deixam cutuar. Uma parte da sociedade que tem poder de grito, não pode impor sua condição a uma sociedade inteira”.

Pai de três filhas, Marco Felicano é quastionado durante a entrevista sobre sua possição na possibiliodade de uma de suas filhas se tornar homossexual, ele responde:

“A criança é doutrinada desde cedo. As minhas filhas vêem um pai e uma mãe que se amam,. Elas frequentam um ambiente sadio. Orientação pode ser atendida. eu ensino as minhas filhas e espero o melhor delas. duvido que algum pai, quando seu filho nasce espere que ele seja homossexual. Eu ficaria triste, mas amaria minha filha da melhor forma”.

Questionado sobre sua suposta declaração de que a Aids é o câncer gay, o pastor nega ter dito:
“Eu não me lembro de ter dito isso. Disse que a Aids era uma espécie de câncer, e que no princípio ela matou inúmeros gays. Mas veja, eu estava sobre muita pressão Eu sofro ameaças de morte. Os ativistas pressionam muito, até você perder o controle.

Após negr a declaração, o pastor volta atras:

“Se disse isso, foi uma colocação um pouco infeliz”.
sobre outros assuntos a serem discutidos na comissão, como por exemplo meninas violentadas e moradores de rua, Marco Felicano diz não se responsabiliazar: A minha área é outra, eu nunca havia parado para pensar nessas questões. Eu me debrucei sobre a pasta agora e comecei a enxergar esses problemas. Cada deputado aqui é elito por um grupo. E os parlamentares visam os projetos para seu grupo. Aqui não dá para ser clínico-geral Eu fui enviado aqui pelo movimento evangélico. Minha função primordial é não deixar que se aprove a PL 122, o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Não queremos que ela seja aprovada tal como foi previsto Ele precisa de alterações. O texto diz que quem discriminar será preso; mas não esclarece o que é discriminação. Se eu como pastor, não quiser casar um homossexual, serei preso”.

Vaidoso assumido, Marco Felicano encerra a entrevista esclarecendo porque faz as sua sombrancelhas: “Eu tenho excessos de hormônios. Minhas sombrancelhas se encontram nomeio. Eu era um mostrinho.

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