Artigos

A injeção da cultura brasileira

Por Welington Isaias

Sempre me deparo com críticos, sobretudo jornalistas que atacam severamente a cultura popular brasileira.

De fato a mídia dita padrões de vida e até mesmo culturais do individuo, algo nada mais do que mercadológico, no que diz respeito a industria cultural, que se baseia no consumo.

O que me choca é ver esses ‘mestres da cultura’ criticando o que não está, ou pelo menos não deveria estar exposto a tantas críticas.

Marginalizados e hostilizados os gêneros musicais populares, de fato se banalizou com o passar dos tempos, porém se analizarmos suas escências, iremos observar que tráta-se de elementos da cultura brasileira, que merece tanto respeito quanto os outros. Gêneros esses que nasceram nas grandes periferias do Rio de Janeiro e até nos sertões cearenses, no meio das classes mais pobres e marginalizadas do Brasil. Um grito de socorro, um porta voz do morro, essas cultura de disseminou com o objetivo de mostrar para os grandes e poderosos, que os pobre não existiam somente para pagar impostos.

Os grandes célebres da história da cultura brasileira, que sempre se fizeram presente nas ‘cucas maravilhosas’, perdem espaço cada vez mais para uma cultura pobre, mesquinha e sem fundamentos.

Cultura congrega conhecimentos, artes, morais, leis, costumes aptidões, herança cultural e tradições modo de vida, linguagemde um determinado povo. Portanto, tudo que diz respeito a convivência seja ela qual for, de uma determinada população, independente de suas crenças, é denominado cultura.

O Brasil é um grande celeiro cultural, de onde nasceram vários gêneros musicais que ganharam o mundo, grandes cantores, que construiram gradativamente a cultura brasileira. Os hábitos culturais ditados pela grande mídia não determina o que o indivíduo de fato deve seguir, levando em consideração que cada um de nós temos a liberdade de separar o que é, ou não proveitoso em nossas vidas.

Curar o que ?

O homossexualismo nada mais é do que um condição genética, atribuida à pessoas por sentirem atração física e emocional por outras do mesmo sexo.
Acho no mínimo uma falta de respeito submeter os gays à uma suposta cura. O Homossexualismo já deixou de ser consederado há tempos uma doença. Portanto não necessita de cura.
Se a bancada evangélica está tão determinada a curar os males que assolam a’família brasileira’, como eles mesmo dizem, por que não propõe cura aos assassinos, aos viciados em drogas, e sobretudo aos corruptos, que estão presente cada vez mais dentro das igrejas.
A comunidade LGBT no Brasil não é mais um grupo sem finalidades e objetivos, tem diretrizes para funcionamento e propósitos que visam acabar com a homofobia.

Quando um psicólogo porpõe a cura ao homossexualismo, em primeiro lugar ele ataca a liberdade pessoal e sexual da pessoa de poder viver da maneira que o convém. Também ofende toda uma comunidade que sabe que não se trata jamais de um desvio de comportamento ou psicológico.
O preconceito e homofobia surge apartir desses preceitos de que o homossexualismo pode ser curado. Não são os pastores ou os psicólogos que atacam os gays, ou cometem crimes de homofobia, mas certamente quem os comete são seus seguidores.

Welington Isaias

Assassinos, bandidos? Não, filhos da sociedade!

Artigo:Welington Isaias Santos

O caso ocorrido em Brasília de assassinato aos moradores de rua, demonstra o quanto nós brasileiros somos preconceituosos.

Existem em nossa sociedade pelo menos 3 camadas sociais, interligadas e dependentes uma à outra.

A classe média, que é a que movimenta a economia brasileira, é também a que mais oprime.

O estado em sua plenitude tem como obrigação defender a integridade física e moral de seu povo.O caso dos assassinatos e hostilidades sofridas por moradores de rua em Brasília, retrata de esse desvio psicológico sofrido pela sociedade brasileira.

Fatos como este nos leva à algumas indagações:estamos realmente protegidos pelo estado?

A culpa da violência realmente é dessa classe marginalizada e sem instrução?

A vulnerabilidade que tem os ‘mendigos’ de Brasília, é um problema social que não é recente.

Quem não se lembra em outra ocasião,da morte do índio Gaudino,que foi incendiado por rapazes de classe média alta,moradores de bairro nobre de Brasília.

São casos que demonstram tão quão essas pessoas estão expostas à atos de violência por uma sociedade opressora.

Entretanto, a violência não nasce com o indivíduo, é algo construído durante sua vida.

È muito fácil atribuirmos os problemas sociais como assassinatos às classes mais pobres,varrer a sujeira ‘pra debaixo do tapete das nossas casas’.

Enquanto um mendigo está sendo assassinado, uma criança de rua está sendo espancada, estamos dentro dos nossos ‘cazulos’ sociais ,nos resguardando de algo que foi gerado por nós mesmos.

Acusamos um adolescente de17 anos de roubar, mas não exigimos do estado educação àquele que cometeu tal ato.

Tiramos como exemplo o efeito borboleta que diz o seguinte:

“se bateres as asas aqui, gerará um tornado do outro lado do mundo”.

Temos que coibir o mau em sua raiz,instruir as crianças,orientar os jovens para que fatos como esses não venha a ocorrer.Não em uma sociedade que se diz civilizada.

Esses adolescentes que roubam,espancam trabalhadores ateiam fogo em mendigos,são filhos…são filhos de uma nação corrupta que não tenta impedir nenhuma dessas ações ,que não trabalha na cidadania de sua população.

Culpados?sim,mas a nossa pátria mãe gentil os havia culpado antes de nascer.
____________________________________________________________________________________________________________
Colhendo frutos da sustentabilidade

Com a necessidade de se estabelecer uma política de rotatividade ,onde tudo que ‘plantamos’ colhemos, medidas de conservação ambiental se tornam cada vez mais necessárias nos dias atuais.

A ostensiva emissão de monóxido de carbono, gás prejudicial a saúde, que é gerado pelas grandes máquinas, colabora para essa poluição que afeta diretamente a sociedade.
As grandes potências nacionais, que detêm as maiores indústrias do mundo, se encarregam de emitir esses gases poluentes que prejudicam não só a saúde das pessoas, mas também o ciclo de vida dos animais.
Reciclagem, políticas de arborização e cuidados com o meio ambiente, são algumas das medidas tomadas para ‘barrar’ esse avanço dos poluentes.
Entretanto, poucas pessoas colaboram com esse desenvolvimento ambiental, sobretudo doméstico, onde famílias se negam a cuidar da sua própria casa, para evitar maiores problemas ambientais.
Atitudes como a reutilização de materiais domésticos, separar o lixo de acordo com sua espécie(orgânico,vidro,plástico,papel entre outros), e o uso consciente da água, são alguns cuidados que podem ser tomados pela população, afim de colaborar no processo de conservação ambiental.
O estado também tem papel fundamental no combate à poluição, políticas de conscientização, preservação ambiental, diminuição de poluentes em rios e lagos,a diminuição do desmatamento por parte da construção civil e maior atenção a questões agrícolas, são medidas que devem ser tomadas pelo governo para conter mudanças climáticas.
O Brasil tem um dos maiores biomas do mundo, a mata Amazônia,que abriga uma vasta parte da fauna e flora do planeta, importante para o desenvolvimento ambiental.
Entretanto, essa ‘fonte de vida’ vem diminuindo cada vez mais por conta do desmatamento e dos problemas climáticos gerados pela poluição.
A natureza nos proporciona recursos naturais indispensáveis para a nossa sobrevivência, como o petróleo,o carvão,o minério e recursos vitais como a água, porém a humanidade utiliza de forma descontrolada e para fins que não são viáveis. As grandes enchentes, emissão ostensiva de raios ultravioleta são provocados pela ação do homem.
A queima de combustíveis fósseis ajuda na eliminação de gases poluentes que atinge diretamente a saúde das pessoas, a emissão de detergentes jogados pelas industriais matam animais em seus habitats, as queimadas nas florestas causam mudanças na vida animal ,gerando uma ‘fuga’, que faz com que eles procurem novos habitats como as grandes cidades.
O desenvolvimento sustentável é uma medida que vem sendo adotada pelas grandes empresas para suprir a necessidade da geração atual e garantir os benefícios às gerações futuras, levando em consideração que os recursos naturais são esgotáveis e que podemos perder se não utilizarmos de maneira consciente, gerando a extinção de animais e até mesmo da espécie humana.
O ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações, tem como padrão de qualidade empresas que tem como metas políticas de sustentabilidade ,que pensam a longo prazo em seu desenvolvimento econômico e sustentável, que busca uma maior rentabilidade e uma ação social.
São exemplos de sustentabilidade, a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas naturais,a viabilidade econômica para a sua implantação,a garantia de que as ações atinjam a todos os grupos.
Portanto,podemos concluir que sustentabilidade é uma qualidade das ações e qualidade que buscam a utilização e manutenção de todos os recursos possibilitando que tais recursos possam existir indefinidamente.
Cabe a cada um dos cidadãos garantir que esse processo de sustentabilidade se concretize para que próximas gerações possam colher frutos do que plantamos hoje, e que possam usurfluir de um planeta saudável,com o uso consciente de recursos naturais.
Para se estabelecer um trabalho de sustentabilidade, que venha abranger toda a sociedade ,é necessário medidas de conscientização não só do estado mas de toda comunidade para que juntos possamos fazer um mundo melhor para que possamos proporcionar às futuras gerações uma maior qualidade de vida.
Welington Isaias Santos
Jornalismo
________________________________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________________________________
Ética na comunicação
Artigo

Cada vez mais as pessoas se deparam com situações que colocam seus valores éticos ‘em cheque’. São pequenas atitudes que determinam os valores de um indivíduo, valores como honestidade, transparência e compromisso com a verdade, formam sua moral.
Historicamente, nós brasileiros temos uma certa tendência a sermos desonestos, a cultura e a história brasileira são constituídas de casos e casos que demonstram que nós não temos uma relação ‘amigável ‘com a ética.
Escândalos financeiros, desvios de dinheiro público e suborno, são alguns dos pecados típicos da política brasileira, que cresce a cada dia e o cidadão brasileiro infelizmente é quem não pode fazer muito para impedir.
Embora ocorra com mais freqüência, a falta de ética não é algo exclusivo da política, outros campos da sociedade também sofre com esse mau.
A importância da ética na comunicação vai alem de um conjunto de bons costumes politicamente corretos, pois mais do que qualquer outro campo da sociedade, a comunicação está relacionada e embasada em valores morais.

Casos como deturpar reportagens, subornar fontes de notícias e a invenção de matérias com informações sem procedência, são algumas das irregularidades clássicas cometidas no jornalismo, consideradas antiéticas.
O caso do jornalista Jaison Blayr,do New York times, é um exemplo de como a imprensa pode se tornar um mercado de desonestidades e irregularidades.
Jornalista renomado que trabalhava em um dos maiores veículos de comunicação do mundo, Blair inventava matérias, subornava fontes ,manipulava informações e dados, atitudes que feriram normas que regem a profissão de jornalismo.
Em uma sociedade que infelizmente é galgada pela corrupção,o jornalista tem papel fundamental de responsabilidade social.
É a imprensa que será responsável por disseminar as idéias que a sociedade precisa para formação de uma opinião. Essa imprensa que gera a comoção pública nos casos de grande repercussão.
Exemplo dessa influência foi assassinato da Menina Isabela Nardoni,onde suposto assassino da criança,o pai, sofreu ostensivas represálias antes mesmo de ser condenado.
As exaustivas publicações feitas por jornais, gerou comportamentos da sociedade que influenciada pela imprens, fez seus pre-julgamentos.
A exposição excessiva do casal também foi fator gerador desse comportamento da sociedade. O uso da dor como forma de promover,também é um pecados cometido pelo jornalista.
Com o advento da internet e o fenômeno das redes sociais, as pessoas tem maior acesso a informação, gerando assim uma instantaneidade das notícias. Essa busca incessante do ‘furo de reportagem’, faz com que esses profissionais do jornalismo muitas vezes usem de atos ilícitos para serem os primeiros a passar a informação.
Muitas vezes essa concorrência faz com que os profissionais não se importem com fatores como veracidade da informação,credibilidade da fonte e o tempo, que é determinante.
A dramatização de algumas reportagens faz com que seu público tenha uma reação de revolta ,uma sensibilidade gerada por esse mercado tendencioso.
O programa linha direta, apresentado pela rede Globo,é um exemplo de como essas reportagens sensacionalistas influenciam na vida das pessoas.
Reportagens comoventes,assassinatos em série,excesso de dramatização,levava o público a se colocar no papel dos personagens,o que gerava uma alienação,decorrente de uma simulação que muitas vezes não era fiel aos fatos verídicos.
O telespectador que é exposto à essa imprensa tendenciosa muitas vezes não pode se manifestar para reivindicar um conteúdo de qualidade .
Os grandes veículos,sobretudo de televisão,não se preocupa com o que o público quer ver, ou ao menos o que mais o agrada.Não é feito uma consulta que democratize esse conteúdo,a opinião do telespectador, muitas vezes não é ouvida,então o mesmo se vê ‘obrigado’ a assistir um programa que não o convém,porém é o que ele tem acesso.
Essa falta de diversidade cultural, faz com que as pessoas fiquem alienadas, submetidas á esse ‘regime’ da informação,que não proporciona nenhum senso crítico,manipulando a sociedade,que é consumidora dessa indústria.
Welington Isaias santos

_______________________________________________________________________

Queda do diploma de jornalismo;Brasil, o país dos desqualificados

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de derrubar a obrigatoriedade do diploma na profissão de jornalismo, foi um retrocesso na história da democracia brasileira.

O jornalista, assim como qualquer outro profissional, tem suas particularidades que diz respeito apenas à sua formação, por isso se faz necessária uma qualificação especializada, para se desenvolver uma das profissões mais importantes do mundo.

A determinação da queda do diploma, não só prejudicou a classe dos jornalistas, mas toda uma sociedade, que prima por valores e liberdade de expressão, que foi colocada “em cheque”, com a decisão.

O Brasil nunca teve uma relação “amigável” com a imprensa, um dos exemplos mais marcantes ocorreu na Ditadura Militar, onde jornalistas eram submetidos à tortura e impedidos de desempenhar sua função, a de informar.
Com o passar dos tempos, essa convivência se tornou ainda mais difícil, pois os jornalistas desempenharam mais e mais, seu papel de denunciar crimes cometidos por pessoas que ocupam o poder, o que gerou revolta por parte de governantes, que começaram a considerar a imprensa como sendo uma ameaça aos seus interesses.

A maneira insana que o estado encontrou de “calar a boca” dos jornalistas, foi os desqualificando, retirando o direito ao diploma.
Com a determinação, a procura aos cursos de jornalismo nas universidades, caiu consideravelmente, pois o formação caiu no total descrédito, perante toda a sociedade, sobretudo no meio jurídico.

Além do mais, a grande mídia distorce o papel do jornalista na sociedade, mostrando se tratar de profissionais sem escrúpulos, que fazem tudo por um “furo de reportagem”, se utilizando de meios ilícitos para conseguir a informação. Existe sim esse jornalista “corrupto”, mas de uma maneira geral, a grande maioria são profissionais assalariados, que assim como todo brasileiro, trabalha para ter uma vida melhor.

A sociedade precisa de informação de qualidade, baseada nos princípios éticos e morais, para isso é preciso ter uma formação acadêmica, que prepare o profissional de jornalismo.
Todos sabem que nenhum veículo de comunicação impede seu público de manifestar suas opiniões, até porque faz parte dos princípios jornalísticos ouvir todos os setores sociais e classes, seja ela A, B ou C, e diversos segmentos, para poder ter uma informação correta. Outro exemplo do espaço dado pela imprensa ao seu leitor são os artigos, onde ele pode expressar sua opinião sobre determinado assunto.
Portanto, a argumentação de que se trata de uma profissão que não oferece oportunidade de liberdade , “cai por terra”.

Não só os profissionais da comunicação se sentiram lesado com a decisão, mas toda uma sociedade, que merece um jornalismo competente e ético.

Por : Welington Isaias

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s